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Opinião
Bang Bang Club Imprimir e-mail
07-Fev-2011

paulo_seara.jpegPerder uma perna ou duas é uma tragédia. Aproveito para fazer um tributo ao desventurado fotojornalista João Silva, sobrevivente de um rebentamento de mina no Afeganistão. Nascido em Lisboa à 44 anos, realizou do Afeganistão ao Iraque, dos Balcãs ao Médio Oriente, um trabalho premiado internacionalmente. Fez parte do Bang Bang Club, grupo de fotojornalistas que compendiou os sangrentos anos de transição na África do Sul do apartheid para a democracia.

O “acidente” com João Silva relembra-nos a resiliência do conflito no Afeganistão, que pacientemente somos instruídos a ver de cócoras. Um prémio muito caro para a coluna do nosso governo, cúmplice de uma política de agressão sem espinhal dorsal, nem fim, boiando nos interesses da América e da NATO.

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Que fazer!? Imprimir e-mail
04-Fev-2011
paulo_seara.jpegFoi conveniente seguir o conselho dos engenheiros ferroviários suíços e fechar a linha do Corgo em Março de 2009. Encerrar a tempo de evitar derramamento de sangue. Porém, assim se escondeu um legado de abandono principiado por Cavaco Silva e cessado por José Sócrates, com um decreto que dizia conhecer enciclopedicamente a condição da linha, em defesa da segurança dos utentes (estes devem estar rodeados de todas as seguranças), de preferência a segurança do isolamento, a segurança da ineficiente rede de autocarros, em último caso a segurança da boleia.
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Sim é possível salvar o Tua Imprimir e-mail
01-Fev-2011

paulo_seara.jpegNo país dos cavalheiros do PS e da EDP, o bem comum tem de ser realizado de mão dada com o mercado. Os transgressores são expostos na montra das aberrações, inferiorizados e catalogados de eco terroristas. Não podemos fazer parte da história oficial dos verdadeiros terroristas, e passar mata borrão na decisão de construir 10 barragens na bacia do Douro, para aumentar menos de 3% do potencial energético do país, negócio em troca de 1300 milhões de euros que baixaram o deficit artificialmente; mas graças a Dias Loureiro; do buraco do BPN, num ápice, herdamos 4500 milhões de dívida. Isto é contabilidade criativa debaixo das escadas. Gostaria muito que até 2015 a altiva megalomania do plano nacional de barragens com elevado potencial hidroeléctrico ou PNBEPH se desfaça na trituradora da opinião pública e faça parte da galeria dos horrores do centrão.

 

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25 de Abril Imprimir e-mail
20-Abr-2010

luis_ribeiro.jpgÉ 25 de Abril, aquele dia em que findou a ditadura, ou então é apenas feriado. Os feriados, mais do que dias de comemorações e homenagens, são feriados, e um feriado para a maioria das pessoas, é não trabalhar, não apenas por não trabalhar, nem por serem uma cambada de mandrionas, mas porque feriado é como um dia folga, um dia de descanso.

Um descanso físico e psicológico do trabalho, do serem uma máquina inerte, um organismo sem vontade de criar, por serem exploradas, pelo facto do seu trabalho por melhor que seja, pelo tempo que seja, não melhora as suas condições nem das suas comunidades e que apenas enriquece os que se "mexiam" bem. Então, têm o feriado para descansar. E como é bom descansar!

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A sustentabilidade vazia Imprimir e-mail
20-Abr-2010

paulo_seara.jpegNunca como hoje o desenvolvimento sustentável faz parte do discurso oficial, nos anos 80 os partidos ecologistas elegeram-no como uma luta transversal em prol de uma melhor qualidade de vida, alteração dos padrões de consumo e, mudança comportamental para com a natureza.

Ao passar para as agendas mainstream dos grandes partidos políticos portugueses; um ideal inovador tornou-se vazio. Foi possível encerrar mais de 300 lixeiras, em contraponto centenas de pedreiras laboram em áreas protegias.

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Mais crise, mais desemprego, mais desemprego, mais crise Imprimir e-mail
11-Mar-2010
paulo_seara.jpegEm 2009, o combate ao desemprego fracassou. A iniciativa de emprego 2009, esquematizada pelo governo ficou por uma taxa de execução medíocre, dos 580M€ foram aplicados 260 milhões de euros; este ano, com mais desemprego, temos somente 73,5M€. O sector público e o privado não conseguiram ou não quiseram enveredar no combate ao desemprego. Ou então as premissas do governo eram um mar de burocracias. Este ano com menos orçamento far-se-á menos, obviamente.
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