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Pergunta ao Governo: CP põe à venda no estrangeiro composição ferroviária da Régua Imprimir e-mail
23-Dez-2011
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Veio recentemente na comunicação social a notícia de que a CP teria tentado vender junto de museus ferroviários europeus o comboio histórico de via estreita estacionado na Régua.

Quem impediu a venda em nome da defesa do património português? A Federação Europeia de Caminhos-de-Ferro Turísticos através de um apelo que lançou aos vários museus para não comprarem o comboio de via estreita estacionado na Régua.

De acordo com a mesma notícia, a Federação considerou escandaloso que a empresa portuguesa pusesse à venda a composição em causa, não só por constituir um património raro, logo a preservar, como está em óptimo estado. Aliás, devido ao facto de o comboio se encontrar operacional estava já destinado à Linha do Vouga.

Diz ainda a notícia que foi também a Federação que comunicou ao Museu Nacional Ferroviário Português a tentativa de venda por parte da CP desta composição. Situação absolutamente insólita e que só permite deduzir a clara intenção de colocar este património nacional fora do país.

Esta situação está toda ela envolta em factos no mínimo estranhos. Ao que parece a iniciativa é da CP Frota, que gere o material circulante, tendo a unidade enviado um email a várias entidades estrangeiras solicitando que estes propusessem o preço correspondente.

Da parte da CP, e de acordo com o presidente da Fundação do Museu Nacional Ferroviário, a empresa terá afirmado que perante esta situação iria então dar prioridade ao museu português na compra da composição em causa. Ora, o museu alega que já tinha pedido à administração da CP a cedência da mesma, pois inclusivamente o museu tinha em curso até ao encerramento da Linha do Vouga um projecto de requalificação do complexo ferroviário daquela estação para ali albergar o comboio histórico e poder vir a dar-lhe utilização turística.

O grupo parlamentar do Bloco de Esquerda lamenta que as opções estratégicas da CP excluam o panorama nacional e que a preservação do património ferroviário português não seja umas das suas principais vocações.

Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através da Secretaria de Estado da Cultura as seguintes perguntas:

1. Tem o Sr. Secretário de Estado da Cultura conhecimento destas tentativas de venda por parte da CP Frota da composição ferroviária estacionada na Régua? Quais os fundamentos da mesma?

2. Como se posiciona o Sr. Secretário de Estado perante as declarações de espanto por parte da Federação Europeia de Caminhos-de-Ferro Turísticos aquando da tomada de conhecimento das tentativas de venda por parte da empresa portuguesa deste património ferroviário português?

3. Considera o Sr. Secretário de Estado aceitável que seja uma Federação europeia a intervir em defesa do património português já que, no nosso país, a empresa que tutela o material circulante português ignora a função de preservação do mesmo?

4. Considera o Sr. Secretário de Estado que Portugal, ao contrário de outros países, se demita das suas funções de preservação do património nacional, designadamente de o pôr prioritariamente à venda no estrangeiro ignorando o próprio país nessa matéria?

CP põe à venda no estrangeiro composição ferroviária da Régua - SEC (PDF)

Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através da Secretaria de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações as seguintes perguntas:

1. Tem o Sr. Secretário de Estado conhecimento destas tentativas de venda por parte da CP Frota da composição ferroviária estacionada na Régua? Quais os fundamentos da mesma?

2. Como se posiciona o Sr. Secretário de Estado perante as declarações de espanto por parte da Federação Europeia de Caminhos-de-Ferro Turísticos aquando da tomada de conhecimento das tentativas de venda por parte da empresa portuguesa?

3. Considera o Sr. Secretário de Estado aceitável que seja uma Federação europeia a intervir em defesa do património português já que, no nosso país, a empresa que tutela o material circulante português ignora a função de preservação do mesmo?

4. Considera o Sr. Secretário de Estado que Portugal, ao contrário de outros países, se demita das suas funções de preservação do património nacional, designadamente de o pôr prioritariamente à venda no estrangeiro ignorando o próprio país nessa matéria?

CP põe à venda no estrangeiro composição ferroviária da Régua - SEOPTC (PDF)

 
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