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Cirurgias adiadas devido a falta de fio de sutura no Hospital de Chaves - BE questiona Ministério Imprimir e-mail
03-Abr-2016
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O Hospital de Chaves é dotado de urgência geral de nível médico-cirúrgica, dando resposta à população residente nos concelhos de Boticas, Chaves, Montalegre e Valpaços. Esta unidade hospitalar integra o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, conjuntamente com o Hospital São Pedro de Vila Real e as unidades hospitalares de Lamego e de Chaves.

 No dia 28 de março, duas utentes viram as suas cirurgias desmarcadas uma vez que não havia fio de sutura no Hospital de Chaves. Estas utentes deram entrada no hospital no domingo de Páscoa (dia 27 de março) tendo em vista a realização de uma cirurgia que deveria ter tido lugar no dia seguinte mas, uma vez no bloco, foram informadas de que a cirurgia não se poderia realizar por não haver fio de sutura. As utentes tiveram alta a meio da tarde, tendo posteriormente recebido um contacto telefónico do hospital dando conta de que a cirurgia ficaria reagendada para dia 11 de abril.

Esta ocorrência carece de esclarecimentos. Não se compreende como pode um bloco operatório ficar sem fio de sutura nem como, perante a constatação desse facto, não é encontrada numa alternativa para a aquisição deste material que não implique a desmarcação de cirurgias. O transtorno causado a todos os envolvidos – profissionais de saúde e, acima de tudo, utentes – é certamente bem maior com a desmarcação da cirurgia do que com a aquisição do fio. Parece estranho que, no âmbito do Centro Hospitalar, não tivesse sido possível encontrar uma solução que permitisse resolver esta situação.

O Bloco de Esquerda considera que é necessário conhecer quais as circunstâncias que levaram a esta ocorrência de modo a garantir que são implementadas medidas para que tal não volte a repetir-se.

Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministério da Saúde, as seguintes perguntas:

 

1. Quantas cirurgias (de bloco e de ambulatório) foram desmarcadas no Hospital de Chaves devido à inexistência de fio de sutura?

2. Houve lugar a transferência de doentes para outras unidades hospitalares e/ou centros de saúde para tratamento devido a não haver fio de sutura? Se sim, quantos utentes foram transferidos e para que unidades?

3. O Hospital de Chaves vai abrir um inquérito para averiguar as circunstâncias que permitiram esta rutura de fio de sutura?

4. Em que data é que o Hospital de Chaves identificou a rutura de stock de fio de sutura?

5. Esta rutura deu-se em todo o hospital ou apenas em alguns serviços? Caso a rutura tenha ocorrido em alguns serviços, por que não foi pedido fio a outro serviço em vez de desmarcar estas cirurgias?

6. Durante quanto tempo esteve em rutura o fio de sutura na Unidade Hospitalar de Chaves?

7. Quando constatou que não havia fio de sutura, o Hospital de Chaves procurou uma resposta para adquirir fio de sutura no âmbito do Centro Hospitalar?

8. A rutura de fio de sutura já tinha ocorrido alguma vez anteriormente na unidade hospitalar de Chaves? 9. Que medidas vão ser implementadas para garantir que não volta a ocorrer rutura de fio de sutura?

 
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