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Chaves perde antigo cineteatro para empresas privadas Imprimir e-mail
01-Fev-2010
cineteatro de chaves
Um grupo de cidadãos de Chaves contesta o plano, aprovado pela autarquia, de reconversão do cineteatro da cidade num complexo multiusos. O presidente da Câmara de Chaves, João Baptista, que em 2001 defendia a "devolução" aos flavienses do cineteatro encerrado há 20 anos, afirma agora que a reconversão vai mesmo avançar.

João Baptista afirma que o edifício em causa não é o do cineteatro original. Explica que o espaço anterior foi demolido nos anos 60 e substituído pelo actual. Nesse sentido, alega que o imóvel não tem qualquer valor histórico. Actualmente, o município tem duas salas de espectáculo: o Auditório Bento Martins, cedido ao Teatro Experimental Flavienses; e o Centro Cultural de Chaves, com capacidade para 300 pessoas. Baptista entende que a cidade está dotada de equipamentos culturais que satisfazem as necessidades da população e alega que não há oferta nem público que justifique mais uma sala de espectáculos.

O multiusos, com projecto e financiamento  aprovados, tem a abertura prevista para 2012 e acolherá consultórios médicos, sauna, banho turco, centro de dia, zona de recreio infantil, lojas comerciais e uma sala com 80 lugares, que poderá ser usada como sala de conferências, cinema e de pequenos espectáculos de teatro.

Apesar de no programa eleitoral de 2001, quando se candidatou pela primeira vez à liderança do município, pelo PSD, ter prometido reabilitar o espaço, João Baptista, "posteriormente e ponderadamente", concluiu que a requalificação seria um investimento sem retorno.

Maria José Fillol, do grupo de intervenção cívica Pont'A Pé, rejeita o projecto da câmara e defende o restauro do cineteatro, nos moldes em que foram apresentados em 2000, pela câmara PS, quando comprou o edifício a um privado. De acordo com o projecto que tem em mão, facultado pela actual autarquia, o espaço teria capacidade para 500 pessoas. No seu entender, as salas da cidade não têm condições para substituir um cineteatro e, além de outras deficiências, são de pequena dimensão. Maria Fillol não aceita que, numa cidade onde não há nenhum cinema de rua, se transforme um local, apto para esse efeito, em pleno centro histórico, num complexo multiusos para "favorecer empresas privadas". O movimento pondera expor o caso ao Ministério da Cultura.

 

Fonte: Público 

 
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